sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Chamando atenção...



Infelizmente, nem todos os vazios são tão notados como esse...

sábado, 15 de novembro de 2008

LIVINGBOX

LIVINGBOX foi uma competição de design cujas propostas deveriam incluir os temas humano, viver, e caixa. Ou seja, seriam projetos de habitações que ocorreriam em módulos, temporários ou não. Martin Heidegger diz que, para viver a era em que vivemos, somos compelidos a uma série de mudanças sociais e culturais que nos permitem descobrir a multiplicidade das dimensões do "viver". As rápidas transformações e os incessantes fluxos culturais e sociais da era contemporânea levam à formulação de um novo conceito de viver enquanto necessidade; um novo pensamento no homem e os espaços que ele quer habitar. O conceito de "casa" em si não é mais conectado ao modelo tradicional de permanência e estabilidade. Residências contemporâneas podem facilmente resultar em casas temporárias, emblema da mobilidade que caracteriza nossos tempos.







segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Travelling



Ao folhear o livro "Não Lugares – Introdução a uma antropologia da Supermodernidade", de Marc Augé, me deparei com alguns trechos interessantes cujo conteúdo já havia de alguma forma estado presente em meus pensamentos, mas que nunca o havia de fato visto registrado em forma de palavras. Me recorda bem a prática de todo ser humano em relação às suas divagações pelo mundo afora, e consequentemente as sensações, sentimentos, ilusões e experimentações que a prática da viagem carrega consigo (de especial importância para o arquiteto).
*Imagem arquivo pessoal - Saint-Germain-des-Prés, Paris, FRA.

"A viagem constrói uma relação ficticia entre olhar e paisagem. E, se chamarmos de “espaço” à prática dos lugares que define especificamente a viagem, ainda é preciso acrescentar que existem espaços onde o indivíduo se experimenta como espectador, sem que a natureza do espetáculo lhe importe realmente. Como se a posição do espectador constituísse o essencial do espetáculo, como se, em definitivo, o espectador, em posição de espectador, fosse para si mesmo seu próprio espetáculo."
(AUGÉ, Marc. Não Lugares – Introdução a uma antropologia da Supermodernidade. São Paulo: Papirus Editora,4ª edição, 2004, p.80-81)

sábado, 8 de novembro de 2008

Intervenções Urbanas?

O que pode ser condiserado intervenção urbana?
Talvez a reconstituição de uma grande área, ou a inserção de um edifício que atenda à comunidade,ou ainda pequenos espaços públicos revalorizados. Diversas possibilidades poderiam ser enquadradas enquanto "intervenção urbana".
Mas qual o limite definidor do que é ou não uma intervenção? Se considerado o fato de que esta tem como objetivo primordial promover uma melhoria na urbe, seja no material (ruas, edifícios, parques...), seja no imaterial (pessoas), as possibilidades realmente são infinitas.
Tanto que, ultimamente, uma das grandes propostas em cidades de todo o mundo tem sido a difusão da arte nas ruas, cujo acesso é extremamente facilitado.
Uma exposição de vacas nas ruas de São Paulo poderia ser considerada como uma intervenção urbana? E que tal atrativos desenhos feitos nas calçadas?
São possibilidades, em um vasto campo de idéias...